A PINTURA VIBRANTE DE FRANÇOIS MULEKA

Acesse a exposição virtual de François Muleka na Galeria FIXE.

O talento artístico de François Muleka é natural e poderoso. Filho de pais congoleses, desde muito cedo esteve envolvido com a arte, principalmente a música. Seus pais já atuaram como cantores profissionais, assim como sua irmã Alpha Petulay, com quem subiu ao palco pela primeira vez tocando contrabaixo aos 16 anos de idade.

Em 2015 François lançou o primeiro disco solo, dando início a uma carreira musical bastante respeitada que hoje já conta com quatro álbuns e dois EPs. Cantor e compositor, também é multi-instrumentista e responsável por trabalhos como os arranjos de violão no primeiro disco da cantora Luedji Luna, além de participações e parcerias com diversos artistas.

Mas foi só em 2017 que François retomou um de seus antigos desejos, trabalhar com artes visuais, ser um pintor. E fez isso com maestria. Com trabalhos marcados por cores vivas, personagens fortes, refletindo uma forte presença da ancestralidade africana, algo presente em todos os seus trabalhos, como fica bem explicado em seu texto curatorial, escrito pela pesquisadora Juliana Crispe: “O artista versa sobre identidade, ancestralidade, interação entre tecnologia e humanidades, espiritualidade e questões sociais através de diversas técnicas intuitivas que vão da pintura à costura de guerrilha, passando pela arte digital, composição de canções e jingles, memes e toda sorte de coisa e ideia que lhe ocorra.”

Para conhecer a obra de François Muleka acesse a exposição virtual aqui mesmo na Galeria do Portal FIXE, em cartaz até o final de junho. Para quem se interessar em adquirir uma obra do artista, basta acessar o instagram do artista, @noticiasdesalvador.

François conversou recentemente com o Portal, falando sobre sua relação com as artes visuais, suas temáticas, sua relação com a arte, ancestralidade, o impacto da pandemia e seu processo criativo, batizado de Obracadabra. Assista esse depoimento no vídeo abaixo

Conheça o trabalho musical de François Muleka: